Archie Bronson Outfit - Coconut Album Trailer
Observações e terapias há muito ultrapassadas pelo tempo (futuro).
You are the blood flowing through my fingers
All through the soil and up in those trees
You are electricity and you're light
You are sound itself and you are flight
You are the blood flowing through my fingers
All through the soil and up in those trees
You are electricity and you're light
You are sound itself and you are flight
You are the blood flowing through my fingers
All through the soil and up in those trees
You are the bood flowing through my fingers
You are the blood that I may see you
That I may see you
You are the blood in me
You are the earth on which I travel
On which I travel
You are the earth under my feet
That I may travel
That I may travel with you
You are the earth on which I write the circumstances
You say what you want from me
You are the solitude that goes against me
That goes against me
You are the quiet in which I dream
In which I sleep, in which I wander
A film by David Myriam. A young girl tries to escape by dream from her prison world. Its only interlocutor are a robot and some screens. The walls disappears into imaginary escapes and reality come back her dreams. Will the child of the future have still enough powerful dreams to be able to get out of a cold and functional world?
Crew
Mathieu Lozinguez, Sound Track
Festivals
- Festival FCAN 2007, Belgium, Neufch�teau, international selection - Festival I Castelli Animati 2007, Italy, international program - Interfilm 2007, Berlin, Germany - L�Alternativa, Barcelona independant film festival, 2007, Spain - LUFF, Underground Film and Musique Festival, 2007, Lausanne, Suisse - Festival court m�trange 2007, Rennes, France, european festival of strange and fantastic short films - LIAF Festival 2007, London international animation festival - Melbourne international animation festival 2007 (MIAF), Australia - TIFF 2006, Tirana International Film Festival
Filmmaker Bio
David Myriam practise artistic creation since 1990: drawing, comics, poems, short stories, animation films with various techniques (puppets, clay). In 1998, discover sand animation during a training course. First sand animation film is « A hole in the place of heart », in 2005, screening in different festivals: Hiroshima, Norwich, Wissembourg, Aubagne, ISFF Curta Cinema, Lille « Do you mind ? » is the second short animation film in 2006. In 2005, publish a book entitled "Antidote": www.art-engage.net, with black drawings, short stories and poems. Pratice Sand painting live for shows, festivals, special events, in France and foreign countries.
Lemmings suicide is a urban legend started by a Walt Disney film called White Wilderness.
People widely believed that lemmings committed suicide, and on a massive scale. The filming took place in Alberta, Canada. But when the film crew got there, they found no lemmings and no examples of suicide. The lemming's natural habitat is northern Canada, Alaska, Siberia and Scandinavia. Not to be dissuaded, the crew went down the unfortunate path of story fabrication.
They paid Inuit children 25 cents for every lemming they could catch.
They then placed the lemmings on a large turntable, like a 'merry-go-round' hidden with snow, and got the lemmings running. With some imaginative camera angles and editing, they made a few dozen lemmings look like thousands migrating and rushing to a scene even more startling.
After the migration sequence, the lemmings were collected and taken to a cliff top overlooking a river. The documentary crew crouched down hidden from the cameras, and pushed the lemmings over the edge of the cliff to their death in the rushing water below. The myth of lemming suicide turned from fable to fact ....
Encontrei aquele que dizem ser o melhor local na web para comprar ou simplesmente apreciar muitas das coisas feitas à mão por esse mundo fora.


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E Vénus fora de órbita lança-se, invisível, sobre o espaço sideral. Colide e prossegue viagem, colide e prossegue viagem.
Ainda que sem rumo, persiste.
E Vénus fora de órbita alcança, ensombrada, o nosso último covil. Colide e ilumina, ocupa o vazio deixado pelo Sol com a fragmentação da Lua.
A transformação traz fogo e com ele luz.
E Vénus em chamas orbita, sobre nós agora iluminados. Espalha e reclama, em cada nova orbita o calor e a vida.
O agradecimento é cíclico mas eterno.
E Vénus descobre-se eterna, no tempo e no espaço. Permite-nos a afirmação e a negação, para com elas conjugarmos hipóteses infinitas.
Great show at Santiago Alquimista last night! The performers were The Datsuns and they just came from New Zealand to Portugal for the third time to rock our ears till they bleed.
I need to mention that they had a very active night with a lot of stage invasions but the Datsuns and his roadie never gave up, fuelling instead with heavy guitar strings and immersive drums the fans and all that were there for an amazing night of Rock N Roll.
One of the best gigs I've seen so far. 5/5
Estava deitado na quinta da Jaklete. Ali deitadinho a olhar p'ra nuvens.. a vê-las passar. Todas se assemelhavam com algo desde que eu assim o entendesse. E o que é que eu entendo?

source: DreamMoods
"Aoccdrnig to a rscheearch at an Elingsh uinervtisy, it deosn't mttaer in waht oredr the ltteers in a wrod are, the olny iprmoetnt tihng is taht frist and lsat ltteer is at the rghit pclae. The rset can be a toatl mses and you can sitll raed it wouthit porbelm. Tihs is bcuseae we do not raed ervey lteter by itslef but the wrod as a wlohe."
Se por instantes eu pudesse resolver todas as minhas dúvidas ficaria deslumbrado com o Universo que se estenderia à minha frente. Imagino que seria como se entrasse numa espécie de “oceanário das possibilidades”, como se num instante tivesse acesso a um “catálogo metafísico” completo de cenários de vida que se teve, tem ou poderia ter.


Please enter.
Arcade Fire é actualmente uma das melhores bandas do mundo, não tenham dúvidas. Que o diga este vídeo, gravado minutos antes do seu concerto no Olympia Hall, Paris.
Se estiverem interessados em ver o vídeo completo então prossigam para Blogotheque - Arcade Fire.
Contudo, para tirar qualquer dúvida remanescente quanto à qualidade desta banda nada melhor que os ver ao vivo. Arcade Fire no Super Bock Super Rock dia 3 Julho em Lisboa.
Mais informações no Site Oficial SBSR.



Um video feito em terras lusas que retrata um conhecido mito urbano na Serra de Sintra.
Não é amargo, é doce, tão doce que fico enjoado. Nunca provei e acho que não vou provar, não porque não queira mas porque não se proporciona, não se quer proporcionar, não se quer dar, não quer. Não, não e não. Não é doce, é amargo, tão amargo que fico aflito. Já tentei e acho que vou voltar a tentar, não porque precise mas porque o desejo, o quero.

Passaram apenas cinco segundos, tenho saudades. Foi um único momento e relembro-o a cada instante. Tenho saudades. Sou simples e sem valores, tenho saudades tuas. Tudo o que digo e escrevo parece tão falso, irremediavelmente banal, tudo o que digo e escrevo parece tão oco e incompleto… o refugio daqueles que nunca tiveram necessidade de se esconder, em gestos e sugestões, em ecos e ilusões. Entoar a voz e endireitar o corpo, magro e descuidado, de um futuro que nunca tive e não vejo como ter porque a culpa não é daquilo, é disto. Disto que abraço como meu ainda que profanado, disto que respeito como Deus ainda que descrente. De tudo o que vi e costumava ver só me sobra as memórias de infância, aquelas que apago a cada gesto. De tudo o que ainda acredito sobram as míseras sensações inventadas por mim mesmo, e porque agora percebo que tudo é falso e eu não passo de uma ideologia perdida no tempo e no espaço.
Sorrisos e abraços, tentativas de inserção. Porque quando vejo quem amo me escondo em novos sorrisos e abraços.
Transporto comigo ao fim do dia a dor de um mundo, o meu mundo, pequeno e irrisório. Porque a ideia no fim é sempre a mesma mas sem conclusão. Rejeitei o amor em tempos, disse que era de outra espécie, de outras finalidades e afins, disse tudo o que um “saboteur” conseguiria dizer e porque… porque não o entendia. Porque a cada palavra me afasto mais e mais do que eu sei que seria o ideal, o certo, o correcto. E agora? Agora mostro-me e desenho feridas obscuras, feridas, feridas e outras coisas mais, sem intenções e com intenções, confusão permanente na minha mente.
E é agora que elas surgem, as metáforas, as eloquentes formas de amar o passado o presente e o futuro, é agora que me lembro que costumava pensar que não havia futuro a seguir a nós, é agora que me olho e vejo como é mentira, é agora que me lembro de que a musica ao fundo do corredor não era para mim, é agora que me lembro que tudo não passa de uma fase, é agora que me sinto como à anos. Aquando da primeira descoberta, o espelho. Lembras-te da primeira vez? O espelho não se partiu, estavas ali e ali ficaste horas a fio, o primeiro arrepio, a primeira sensação de armadilha. Não pertences aqui, foste rejeitado e não te lembras do antigo, do anterior, da posição fetal ao descalabro da vida. Eu pedi algo mas não foi isto, não sei e nunca vou saber. Eat the mushroom and you will enter the door.
E o testemunho vai-se escrevendo em palavras menos próprias. Vai-se arrecadando segundos atrás de segundos em pequenas lavagens cerebrais. Sou tão estúpido e insensível, frio e frio e frio e frio e frio e frio. Tão estúpido e tão frio. Tudo calculado, não devia falhar, não devia mas tem que. Tem que falhar, preciso que falhe… ou o que seria de mim quando tudo corresse bem? Não posso deixar, mas…
Venho desta feita dar-vos a conhecer um website de grande qualidade, elaborado por 4 designers de terras gaulesas. Aconselho o movie "Ombre" e uma passagem pelas fotos e restantes secções.
Falta-me a voz para fazer o teu elogio. Posso ter os olhos fechados e ainda assim vejo toda a tua grandeza, na beleza e no discurso, na vontade de te ter. Falta-me a força para te conquistar, para me chegar à frente e dar um beijo. Não peço qualquer oportunidade pois eu não a mereço, sou apenas uma sombra do que fui e uma luz do que serei. Falta-me a destreza para conseguir entender o que tu sentes, porque apenas me sinto a mim mesmo, destroçado pela impossibilidade.
Este louco vai de férias, o blog também. Regresso em pouco mais de uma semana.
A já velhinha teoria da conspiração do Google e dos media em geral, ainda assim é sempre de valor voltar a ver.
Daqui a menos de uma hora inicia a 11ª sessão radiofónica de Exterioridade, aqui fica a playlist intitulada Let's punk your face out:
Oremos ao prazer da redescoberta.
Oremos pois pela fartura que nos é dada.
Em demasia para embrutecer o corpo e sacudir a alma
Oremos então a essa ode aos sentidos!
Que a espera apenas aguça o apetite,
Que nem cães esfomeados a salivar uivos.

Eu queria acreditar que sim, que era eu. Eu queria tanto acreditar que por pouco deixava de ser eu, era outro, um outro que quase encarnava a personagem principal. Metamorfose, de um espectador pouco atento para uma personagem de um filme estrangeiro no qual encontrei francas dificuldades em acompanhar os diálogos, mas lá ia percebendo qualquer coisinha. Já andava confiante de que o que segurava na mão eram flores, afinal não passava de um saco de pipocas. Até já queria acreditar que estava em palco, gesticulando aquilo que me parecia o ideal para a cena em questão, empenhado em mostrar que conhecia a personagem e o enredo, um mundo alternativo ao meu dispor só que afinal ainda ali estava, no mesmo canto, na mesma cadeira, na escuridão de uma sala de espectáculos, a despertar com uma estranha e curta melodia que ecoava de umas quaisquer colunas de som medíocres.
Era o sinal sonoro de intervalo, tentei em segundos relembrar-me da última vez que tinha visto um filme com intervalo, não era recorrente nas últimas salas em que tinha estado.
Um ar frio tocava-me nos braços, parecia percorrer todo um trajecto iniciado nas portas do hall de entrada que servia agora de abrigo a meia dúzia de pessoas. Usufruíam de uma pausa ideal para erigir os seus cigarros, estes libertavam curiosas espirais de fumo que se cruzavam para desenhar um padrão abstracto no vazio.
Em breve o filme iria começar. Decidi passar o intervalo dentro da sala, não sentia necessidade de ir à casa de banho nem de fumar, nem tão pouco estava com as pernas dormentes, efeitos secundários normais em cadeiras pouco confortáveis. Esta pelo contrário era impecável, conseguia deslizar nela e afundar-me apenas o suficiente para me “encaixar” na perfeição. Enquanto o filme não começava, decidi entreter-me com pequenos exames e brincadeiras introspectivas, configurava nessas brincadeiras a possibilidade de construir cenários alternativos com o argumento do filme que tenho vindo a decifrar até agora. Já me começava a interrogar porquê tanto tempo de intervalo quando oiço aquela melodia gasta e de poucas notas, achei estranho o facto de só ser a segunda vez que a ouvia e já me parecia familiar. Desligam-se as luzes e ganha vida o projector. O filme iniciou agora a segunda parte.

A destreza inerente à capacidade de deslocação em diagonal, em plenos espaços abertos sem recurso a instrumentos, exteriores. Projecção da habilidade não reconhecendo as leis da física.
Do potencial perigo da aterragem sem a solidez de um obstáculo, uma aterragem mil vezes repetida sem nunca ter avistado etapas finais. Ausência de uma conclusão. Eterna necessidade de questionar que mecanismos activar.
Sem espaço de aterragem, navega-se por entre as infinitas hipóteses de rota, rumos que se perdem no horizonte também ele vagamente desgastado. Entretenimento residual nas diversas manobras e habilidades que se vão adquirindo ou aperfeiçoando.
O desgaste entoa novas limitações, aspiram aos novos desafios aqueles que procuram redireccionar objectivos de uma vida. A manutenção é provisória, a validade não o é.
Reconhecer a necessidade de fazer herdar, assinalar o final de uma etapa e esperar que a maratona prossiga, em direcção ao mesmo horizonte, procurando o mesmo local onde se possa, finalmente, aterrar.
Em momentos outrora espaçosos, a palavra era motivo de chacota. Alternava-se o tédio ou a pouca vontade de fazer, com irreverentes formas de preencher o tempo, ou seria a cabeça? Em todas as formas algo sustentava aqueles intervalos onde eu e os outros, ou apenas os outros, não conferiam à sua agenda qualquer objectivo; reinava a despreocupação nesses intervalos.
Intrépida sensação de lacuna, agora afugentáva-mos os propósitos, os princípios e com certeza algo mais. Agora era nefasto o dom da palavra, nada por dizer porque tudo era motivo de chacota. Voltávamos a ser essa irrepreensível forma abstracta de ser… junkies contemporâneos.

“Procastination is like Masturbation. It seems like a good idea at the time, but in the end you’re really only fucking yourself.”
Onde quer que vá, eu olho da mesma maneira. Porque o que vejo é diferente e o que sinto é o mesmo. E agora tu perguntas e eu não ouso responder porque ambos sabemos a resposta, partilhada no âmago das nossas divergências que solenemente se soletram como dúvidas. Da dúvida nasce a minha inércia e nessa inércia eu descanso, procrastinando enquanto aguardo o teu primeiro passo.
Gostaria que a todos fosse privilegiado, enquanto humanos, o direito de porte de um chamado milagre descartável. Logo de tenra idade o humano poder saber à partida que usufrui de uma espécie de oportunidade de concretizar um qualquer desejo que tenha. Ainda que uma só única vez.
Com tal cenário agora nas nossas mentes, imaginemos portanto que tal já havia influenciado os povos assim como suas culturas. Certamente não me parece certo admitir que com tal poder divino, o homem estaria tão próximo daquilo que é actualmente; estariam os povos, agora num contexto histórico a longo prazo, aprazados com a vida e cooperantes entre eles? Ou seria o hipotético cenário da desordem, um mar inteiro arrastado do Hades para as fronteiras do mundo exterior. A afronta daqueles que não eram disciplinados ou mesmo audazes para compreender que não são cabeças a explodir como variadíssimos frascos de ketchup projectados contra uma parede grafitada, que os vai salvar.
Talvez imaginando este poder logo no primeiro momento… (apetece-me usar uma muleta, tropeçar e abusar do Pecado Original.)
- “Olá!”
- “Olá.”
-“Importas-te que te pergunte uma coisa?”
-“Podes perguntar…”
-“Achas-me ainda menos atraente depois desta humilde abordagem?”

Esta quarta-feira foi dia de Manif, pois foi. Parece que o pessoal ia numa de continuidade... continuidade de um espírito revolucionário estudantil que se manifesta todos os anos numa qualquer quarta-feira de Novembro. Acho que pelo que me contaram não foi lá grande Manif, coisas da vida!
Contudo, para quem de facto sabe o que é bom/necessário, a verdadeira Manif fez-se foi com mais uma playlist com o selo Exterioridade, onde as ondas sonoras deram destaque a discursos políticos, revolucionários e de contestação. Tudo com a ajuda de magnificas interpretações das seguintes bandas/projectos:

Andava eu nas minhas deambulações cibernéticas quando me deparei com este "Ultrainteractive Kung-Fu Remixer". Trata-se de um site em que podemos compor interessantíssimos temas (loops), através de um generoso cocktail de samples, todos eles extraídos de filmes onde o protagonista é, com toda a classe, Bruce Lee.
Uma boa aposta para passar algum tempo a socar e pontapear ondas sonoras...
Link: I Know Where Bruce Lee Lives
Observo atenciosamente cada gesto, um bocado desfocado na eventualidade de um pensamento. Repito a leitura do que me ocorre, já fora do visual com o rasgar de uma acalorada sensação de toque, compenetro-me no tempo extra que dela deslumbro.
Já viajo sob a forma de uma rescisão de contrato do que é real, mergulho na magnitude da imaginação para, sobretudo, apreciar a beleza de cada eco plasmático a roçar e fecundar as muralhas da mente, erigidas pelo automatismo a que o quotidiano nos obriga. A tristeza das verdades só fazem sentido àqueles que só delas vivem, dessas desnutridas verdades que sustentam um mundo, um universo social e cultural.
Já é oficial.
É num bizarro desgaste do corpo e da alma, que se funde a necessidade de reconversão, ritual de rendição por forma a dar continuidade à metamorfose. Contudo este conceito ainda precisa de algo… precisa na realidade de uma subtil e esperançosa substância que nos conduza em direcção ao autêntico.Proponho uma visita terapêutica, até ao mundo de The Perry Bible Fellowship.

